terça-feira, 18 de maio de 2010
Diferença de perfil
Dilma enfrentou regime militar. José Serra fugiu
Dilma não foge da luta. Se hoje José Serra tem liberdade para falar, atacar e agredir Dilma, é porque ela lutou pela democracia: "Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta"
José Serra (PSDB), não é covarde apenas quando manda seus capangas "baterem" em Lula, e agora em Dilma.
Foi covarde também quando fugiu de duas ditaduras.
Enquanto Dilma enfrentou a ditadura militar, foi presa e torturada, José Serra fugiu, foi passear e estudar no exterior
Com o golpe militar de 1964, fugiu para a Bolívia,depois, foi passear no Uruguai e, em seguida, fugiu para o Chile de Allende e, com a ascensão do ditador Pinochet em 1973, fugiu para os Estados Unidos.
Dilma Rousseff, estudante mineira, fez outra escolha. Optou por ficar no Brasil e participar ativamente da resistência à ditadura, primeiro das mobilizações estudantis, depois das organizações clandestinas, que buscavam criar as condições para uma luta armada contra a ditadura militar.
Lembrando o artigo de Emir Sader, Dilma lutou na clandestinidade contra a ditadura, nessa luta foi presa, torturada , condenada, ficando detida quatro anos. Saiu para retomar a luta nas novas condições que a resistência à ditadura colocava. Entrou para o PDT de Brizola, mais tarde ingressou no PT, onde participou como secretária do governo do Rio Grande do Sul. Posteriormente foi Ministra de Minas e Energia e Ministra-chefe da Casa Civil.
Essa trajetória, em particular aquela nas condições mais difíceis, é o grande diploma de Dilma: a dignidade, a firmeza, a coerência, para realizar os ideais que assume como seus. Quem pode revelar sua trajetória com transparência e quem tem que esconder momentos fundamentais da sua vida, porque vividos nas circunstâncias mais difíceis?
O Brasil precisa saber quem é José Serra fujão!
Fonte: Blog amigos do Presidente Lula.
Dilma não foge da luta. Se hoje José Serra tem liberdade para falar, atacar e agredir Dilma, é porque ela lutou pela democracia: "Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta"
José Serra (PSDB), não é covarde apenas quando manda seus capangas "baterem" em Lula, e agora em Dilma.
Foi covarde também quando fugiu de duas ditaduras.
Enquanto Dilma enfrentou a ditadura militar, foi presa e torturada, José Serra fugiu, foi passear e estudar no exterior
Com o golpe militar de 1964, fugiu para a Bolívia,depois, foi passear no Uruguai e, em seguida, fugiu para o Chile de Allende e, com a ascensão do ditador Pinochet em 1973, fugiu para os Estados Unidos.
Dilma Rousseff, estudante mineira, fez outra escolha. Optou por ficar no Brasil e participar ativamente da resistência à ditadura, primeiro das mobilizações estudantis, depois das organizações clandestinas, que buscavam criar as condições para uma luta armada contra a ditadura militar.
Lembrando o artigo de Emir Sader, Dilma lutou na clandestinidade contra a ditadura, nessa luta foi presa, torturada , condenada, ficando detida quatro anos. Saiu para retomar a luta nas novas condições que a resistência à ditadura colocava. Entrou para o PDT de Brizola, mais tarde ingressou no PT, onde participou como secretária do governo do Rio Grande do Sul. Posteriormente foi Ministra de Minas e Energia e Ministra-chefe da Casa Civil.
Essa trajetória, em particular aquela nas condições mais difíceis, é o grande diploma de Dilma: a dignidade, a firmeza, a coerência, para realizar os ideais que assume como seus. Quem pode revelar sua trajetória com transparência e quem tem que esconder momentos fundamentais da sua vida, porque vividos nas circunstâncias mais difíceis?
O Brasil precisa saber quem é José Serra fujão!
Fonte: Blog amigos do Presidente Lula.
Irã: gol de placa do Brasil
"Já ninguém acreditava. Eram os 29 minutos da prorrogação. Logo viriam os pênaltis. Todos, é claro, batidos contra o mesmo gol, onde o goleiro Mahmoud ia tentar defender todas, nem que fosse no gogó. A capitã Hillary Clinton já convocava os batedores: Sarkozy, da França, Cameron, do Reino Unido, Merkel, da Alemanha, e os contrafeitos Putin, da Rússia e Jin Tao, da China.
Foi quando Amorim e Luiz Inácio entraram tabelando na área, um lançou para o outro, que deu um chapéu em Hillary, retrucou para o um, que fez uma embaixada e botou na frente do gol: os centroavantes Ahmadinejad e Erdogan conseguiram evitar bater cabeça, e cabecearam juntos para as redes. Gol do Brasil!!!!, numa jogada que deixou tiririca a galera do contra que, dos camarotes da mídia conservadora, jurava que não ia dar certo e só falava em gafes do time brasileiro.
A turma da miopia congênita levantava tudo que era argumento possível contra a participação do Brasil na tentativa de abrir uma porta para que se resolva o impasse nuclear do Irã. Dizia ela que o Brasil não tinha nada a ver com isso, que a questão nuclear no Oriente Médio não interessava ao Brasil (!), que era uma questão menor (!!), que o Brasil não tem qualquer interesse no Irã, etc. e tal. Ficaram roendo as unhas até os cotovelos e mordendo pé de mesa.
Nem tudo são flores no Irã liderado pelo Conselho dos Aiatolás (que é onde está de fato o poder) e por Ahmadinejad, um político esperto de estilo populista que se posicionou no espaço vazio entre a política religiosa do país, o povão ainda assolado pela pobreza, a classe média emergente e o cenário internacional, onde pretende despontar como um líder de âmbito regional, mas de alcance internacional.
Este é o nó da questão. O Irã, com uma das maiores reservas de petróleo e gás do mundo, com reservas de urânio consideráveis, um parque industrial já significativo, 70 milhões de habitantes mais ou menos, um PIB de 336 bilhões de dólares, pode vir a se tornar uma potência emergente, desestabilizando área onde os Estados Unidos e seus aliados mantém um controle instável sobre governos – todos, não só o Irã – questionáveis do ponto de vista de uma democracia.
É claro que o campeonato não terminou. Possivelmente os governos norte-americano e israelense farão tudo para desacreditar o acordo feito entre a Turquia e o Irã, com o aval e a mediação do Brasil. É claro também que Turquia e Irã terão de se concentrar em honrá-lo. Se não fizerem, a partida será anulada. É muito possível também que os Estados Unidos queiram impor, através do Conselho de Segurança da ONU, novas sanções ao Irã. Mas já ficou mais complicado obter a carta branca pró-ativa que queriam da Rússia e da China.
De certo modo, há uma certa necessidade por parte dos “grandes” ocidentais do Conselho de Segurança, de impor sanções ao Irã. É uma demonstração de força, por parte de países cuja hegemonia, sobretudo a dos EUA, indiscutível no plano militar, vem sendo cada vez mais posta em dúvida no plano político. O que Hillary Clinton pretendia, além de conter o ímpeto do Irã, era “realinhar” o seu time, muito disperso e tomado por disputas internas, como a da França e da Alemanha em torno do euro. É verdade, ela terá razão em reclamar: a jogada do Brasil atrapalha esse esforço, não resta dúvida. Mas não custa lembrar que o assunto está na competência do Brasil, que ora tem um mandato temporário de dois anos no Conselho de Segurança da ONU.
Aos descontentes com os novos ventos na política externa brasileira, resta ainda o argumento de que tudo isso não passa de uma encenação para que Lula ganhe o prêmio Nobel da Paz. É cedo para fazer prognósticos. Mas e daí, se ganhar? Aí não haverá cotovelo nem unha que chegue."
Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.
Foi quando Amorim e Luiz Inácio entraram tabelando na área, um lançou para o outro, que deu um chapéu em Hillary, retrucou para o um, que fez uma embaixada e botou na frente do gol: os centroavantes Ahmadinejad e Erdogan conseguiram evitar bater cabeça, e cabecearam juntos para as redes. Gol do Brasil!!!!, numa jogada que deixou tiririca a galera do contra que, dos camarotes da mídia conservadora, jurava que não ia dar certo e só falava em gafes do time brasileiro.
A turma da miopia congênita levantava tudo que era argumento possível contra a participação do Brasil na tentativa de abrir uma porta para que se resolva o impasse nuclear do Irã. Dizia ela que o Brasil não tinha nada a ver com isso, que a questão nuclear no Oriente Médio não interessava ao Brasil (!), que era uma questão menor (!!), que o Brasil não tem qualquer interesse no Irã, etc. e tal. Ficaram roendo as unhas até os cotovelos e mordendo pé de mesa.
Nem tudo são flores no Irã liderado pelo Conselho dos Aiatolás (que é onde está de fato o poder) e por Ahmadinejad, um político esperto de estilo populista que se posicionou no espaço vazio entre a política religiosa do país, o povão ainda assolado pela pobreza, a classe média emergente e o cenário internacional, onde pretende despontar como um líder de âmbito regional, mas de alcance internacional.
Este é o nó da questão. O Irã, com uma das maiores reservas de petróleo e gás do mundo, com reservas de urânio consideráveis, um parque industrial já significativo, 70 milhões de habitantes mais ou menos, um PIB de 336 bilhões de dólares, pode vir a se tornar uma potência emergente, desestabilizando área onde os Estados Unidos e seus aliados mantém um controle instável sobre governos – todos, não só o Irã – questionáveis do ponto de vista de uma democracia.
É claro que o campeonato não terminou. Possivelmente os governos norte-americano e israelense farão tudo para desacreditar o acordo feito entre a Turquia e o Irã, com o aval e a mediação do Brasil. É claro também que Turquia e Irã terão de se concentrar em honrá-lo. Se não fizerem, a partida será anulada. É muito possível também que os Estados Unidos queiram impor, através do Conselho de Segurança da ONU, novas sanções ao Irã. Mas já ficou mais complicado obter a carta branca pró-ativa que queriam da Rússia e da China.
De certo modo, há uma certa necessidade por parte dos “grandes” ocidentais do Conselho de Segurança, de impor sanções ao Irã. É uma demonstração de força, por parte de países cuja hegemonia, sobretudo a dos EUA, indiscutível no plano militar, vem sendo cada vez mais posta em dúvida no plano político. O que Hillary Clinton pretendia, além de conter o ímpeto do Irã, era “realinhar” o seu time, muito disperso e tomado por disputas internas, como a da França e da Alemanha em torno do euro. É verdade, ela terá razão em reclamar: a jogada do Brasil atrapalha esse esforço, não resta dúvida. Mas não custa lembrar que o assunto está na competência do Brasil, que ora tem um mandato temporário de dois anos no Conselho de Segurança da ONU.
Aos descontentes com os novos ventos na política externa brasileira, resta ainda o argumento de que tudo isso não passa de uma encenação para que Lula ganhe o prêmio Nobel da Paz. É cedo para fazer prognósticos. Mas e daí, se ganhar? Aí não haverá cotovelo nem unha que chegue."
Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.
Vendas de eletrodomésticos disparam no Brasil
Impulsionado pelo considerável aumento da renda, crédito abundante e por prazos de financiamentos maiores, o consumo de geladeiras, fogões e lavadouras de roupas dobraram nos últimos 05 anos.
No ano passado em torno de 20 milhões de unidades desses produtos foram vendidas no país. Recorde histórico do setor. Em 2005, esse número foi um pouco menos do que 9 milhões de peças.
Quem puxou esse crescimento foi o consumidor de menor poder aquisitivo. Com mais dinheiro no bolso e o consequente estímulo, foi às compras. Motivado a adquirir produtos que consomem menos energia. Já a classe de maior poder aquisitivo resolveu trocar a linha de eletrodomésticos.
Mais em dado que evidencia o acerto da política econômica que ao instituir os incentivos fiscais agrada a todos.
No ano passado em torno de 20 milhões de unidades desses produtos foram vendidas no país. Recorde histórico do setor. Em 2005, esse número foi um pouco menos do que 9 milhões de peças.
Quem puxou esse crescimento foi o consumidor de menor poder aquisitivo. Com mais dinheiro no bolso e o consequente estímulo, foi às compras. Motivado a adquirir produtos que consomem menos energia. Já a classe de maior poder aquisitivo resolveu trocar a linha de eletrodomésticos.
Mais em dado que evidencia o acerto da política econômica que ao instituir os incentivos fiscais agrada a todos.
Com diálogo e respeito se constrói a paz
"Há um milhão de razões para a gente ter argumento para construir a paz"
O acordo sobre a produção de energia nuclear do Irã mereceu espaço no programa “Café com o Presidente” desta segunda-feira (17/5). O presidente Lula classificou a reunião em Teerã (Irã) concluída na madrugada desta segunda-feira (17/5) como sendo extremamente importante e destacou a atuação da diplomacia do Brasil, do Irã e da Turquia, para acertar os detalhes sobre o tema. O presidente Lula afirmou também que “há um milhão de razões para a gente ter argumento para construir a paz”.
“O Brasil teve um papel importante, sobretudo a afinidade existente entre o ministro Celso Amorim, o ministro da Turquia e o próprio ministro das Relações Exteriores do Irã, e foi uma coisa extraordinária. Eu acho que a diplomacia sai vencedora hoje. Eu acho que foi uma resposta de que é possível, com diálogo, a gente construir a paz, construir desenvolvimento. Mas eu acho que nós precisamos fazer justiça, e acho que até numa homenagem ao ministro Celso Amorim que está aqui do meu lado, porque ontem nós nos reunimos muitas vezes, mas ele ficou reunido até quase 1h da manhã, até concluir o acordo, e assinamos a declaração agora há pouco”, afirmou Lula.
Fonte: Blog do Planalto
O acordo sobre a produção de energia nuclear do Irã mereceu espaço no programa “Café com o Presidente” desta segunda-feira (17/5). O presidente Lula classificou a reunião em Teerã (Irã) concluída na madrugada desta segunda-feira (17/5) como sendo extremamente importante e destacou a atuação da diplomacia do Brasil, do Irã e da Turquia, para acertar os detalhes sobre o tema. O presidente Lula afirmou também que “há um milhão de razões para a gente ter argumento para construir a paz”.
“O Brasil teve um papel importante, sobretudo a afinidade existente entre o ministro Celso Amorim, o ministro da Turquia e o próprio ministro das Relações Exteriores do Irã, e foi uma coisa extraordinária. Eu acho que a diplomacia sai vencedora hoje. Eu acho que foi uma resposta de que é possível, com diálogo, a gente construir a paz, construir desenvolvimento. Mas eu acho que nós precisamos fazer justiça, e acho que até numa homenagem ao ministro Celso Amorim que está aqui do meu lado, porque ontem nós nos reunimos muitas vezes, mas ele ficou reunido até quase 1h da manhã, até concluir o acordo, e assinamos a declaração agora há pouco”, afirmou Lula.
Fonte: Blog do Planalto
A Festa da Cidadania continua...

Em mais um evento patrocinado pelo Escritório de Advocacia do Dr. Jorge Madruga, realizou-se, no Círculo Operário de São José do Norte, no último dia 14 de maio, um importante ato; quando foi feita a prestação de contas de ação judicial sobre rede de energia elétrica rural para um grupo de famílias das comunidades localizadas na Praia do Mar Grosso e Tesoureiro. Destacamos a presença da Equipe de Trabalho do Escritório de Advocacia, da imprensa local e também, de lideranças comunitárias de diversas localidades.
O Advogado Madruga relatou que este trabalho foi iniciado por ele em 2007, após estudos e análises da possibilidade jurídica na proposição de ações judiciais para pedir a devolução de valores gastos pelos agricultores nas redes de energia elétrica. Acabou participando de diversas reuniões promovidas pelos grupos comunitários no interior do município. Nestes encontros, explicou sobre o tipo de ação judicial, a documentação necessária e houve uma participação expressiva do advogado Madruga, também, no esclarecimento de direitos e deveres ligados ao cotidiano, que nada mais é do que a consolidação da cidadania das pessoas.
Foi perceptível a amplitude da vitória jurídica e principalmente o significado dela para as pessoas que acreditaram no trabalho proposto, isso foi ressaltado com muita ênfase pelo Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, o produtor Joaquim Lopes e pelo Secretário Hamilton Simão.
Sem dúvida, este magnífico trabalho está injetando na economia nortense importantes recursos financeiros que movimentarão o comércio em geral, proporcionando melhorias na qualidade de vida das pessoas. Ficou claro que ainda muitos processos aguardam decisão judicial e que o Escritório tem acompanhado a todos atentamente, prestando todas as informações necessárias aos seus clientes.
Não há como deixar de destacar a alegria das pessoas ao receberem suas indenizações. Os depoimentos de gratidão e reconhecimento ao grande trabalho jurídico do advogado Madruga foram unânimes.
Aproveitando a oportunidade Madruga destacou que muitos nortenses também têm recebido valores significativos com outro tipo de ação que se refere aos expurgos de correção monetária nas cadernetas de poupanças verificadas nos Planos Econômicos, que já foram injetados na economia do município aproximadamente 780 mil reais.
sábado, 1 de maio de 2010
1º. de Maio – Dia Internacional do Trabalhador
Neste dia especial, em que comemoramos o 1º de Maio – DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR, reiteramos nosso APREÇO aos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade de São José do Norte e os cumprimentamos pela passagem do seu dia.
“Longa vida e boa luta”!
Uma mensagem do Partido dos Trabalhadores de São José do Norte.
“Longa vida e boa luta”!
Uma mensagem do Partido dos Trabalhadores de São José do Norte.
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